segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

QUESTIONÁRIO DE FLORAL DE BACH


Vai aí uma dica: Esse questionário é muito útil para o direcionamento do terapeuta para a indicação do Floral de Bach.

QUESTIONÁRIO DE FLORAL DE BACH

Assinale com um X os itens (afirmações) que você concorda:
Grupo 1:
1 – Me esforço muito para corrigir minhas falhas  ____
2 – Me aborreço quando vejo que as coisas não são como deveriam ser ____
3 – Odeio perder tempo ____
4 – Sempre me culpo por não ter feito o melhor _____
5 – A mínima falha pode arruinar a coisa toda para mim _____
6 – Tenho dificuldade de relaxar e ser brincalhão ______
7 – Freqüentemente, vozes que me criticam ressoam na minha cabeça _____
8 – Pareço preocupar-me mais do que as outras pessoas ______
9 – Me sinto compelido a ser honesto ______
10 – As vezes detecto um traço de puritanismo em mim _____
11 – É importante para mim ser direito ______
12 – Freqüentemente me apresso sentindo que não tenho muito tempo para o muito que tenho que fazer ______
13 – Eu sou, ou poderia facilmente ser, uma pessoa escrupulosa ______
14 – Preciso sentir-me responsável a maior parte do tempo ______
15 – Posso facilmente identificar-me com campanhas contra o mal ______
16 – Se uma coisa não é justa, ela realmente me incomoda ______
17 – Sinto-me compelido a me melhorar e ao que estou fazendo ______
18 – Preciso ser perfeito para ser amado e validado _____
19 – Sinto-me frustrado porque nem eu nem os outros somos o que deveríamos ser ______
20 – Vejo as coisas em termos de certo ou errado, bom ou mau ______

Grupo 2:
1 – Muitas pessoas dependem da minha ajuda e generosidade ______
2 – Sinto orgulho mais em servir aos outros do que qualquer outra coisa ______
3 – Necessito ser importante na vida dos outros ______
4 – Muitas pessoas sentem-se apegados a mim ______
5 – Normalmente elogio outra pessoa ______
6 – Gosto de ajudar pessoas quando as vejo com problemas ou numa situação embaraçosa _x
7 – Sou compelido a ajudar outras pessoas, quer queira, quer não _____
8 – As pessoas vem a mim por uma palavra de consolo ou um conselho _____
9 – Muitas vezes sinto uma sobrecarga de dependência dos outros sobre mim ______
10 – Não sinto que eu tenha tantas necessidades ______
11 – Às vezes sinto que os outros não me apreciam por aquilo que fiz por eles _____
12 – Gosto de me sentir próximo das pessoas ______
13 – s vezes me sinto enganado pelas pessoas, como sendo usado por elas ______
14 – Amar e ser amado são as coisas mais importantes da minha vida _x____
15 – Descargas emocionais são importantes para mim ______
16 – Sinto que mereço ser o primeiro na vida de alguém, por tudo que fiz por ele _____
17 – Me considero uma pessoa estimulante e criativa ______
18 – Sempre que tenho uma folga, uso-a ajudando os outros ______
19 – Me comunico com meus amigos com mais freqüência do que eles se comunicam comigo ____
20 – Gosto de cuidar dos outros _____

Grupo 3:
1 – Gosto de me manter vivo _____
2 – Gosto de trabalhar em equipe e me considero um bom membro de equipe ______
3 – Gosto de trabalhar com precisão e profissionalismo ______
4 – Organizar e terminar tarefas é uma coisa natural para mim ______
5 – A palavra sucesso significa muito para mim ______
6 – Gosto de ter metas definidas e saber quais as minhas chances para alcança-las _____
7 – Gosto de mapas de estatísticas, ou outras indicações para saber como estou progredindo _____
8 – Sou invejado pelo muito que já consegui ______
9 – Para mim, não é problemas tomar decisões _______
10 – Projetar uma imagem bem sucedida é muito importante _______
11 – Para se atingir o sucesso, precisamos muitas vezes sacrificar nosso padrão de conduta ______
12 – Do passado, procuro me lembrar do que fiz bem e de forma correta mais do que aquilo que fiz mal e incorretamente ______
13 – Odeio quando dizem que o que estou fazendo não funciona ______
14 – Prefiro trabalhar em organizações que requeiram mudanças do que nas que requeiram continuidade ______
15 – Me sairia bem no aspecto informativo de um projeto _____
16 – Posso me identificar tanto com o trabalho ou com o papel que desempenho que até me esqueço de quem sou realmente _______
17 – Acho a aparência de uma pessoa importante _____
18 – Acho que preciso realizar muito para que as pessoas me notem ______
19 – Sou o tipo de pessoa com energia positiva _____
20 – A primeira impressão é a que conta _______

Grupo 4:
1 – A maioria das pessoas não apreciam a verdadeira beleza da vida ______
2 – Tenho uma nostálgica compulsão pelo passado ______
3 – Tento parecer casual e natural ______
4 – Sempre tive atração pelo simbolismo ______
5 – As pessoas não sentem tão profundamente quanto eu _____
6 – As outras pessoas não tem capacidade de entender como me sinto ______
7 – Gosto de fazer as coisas corretamente e com classe ______
8 – O meio ambiente que me cerca é muito importante para mim ______
9 – Gosto muito de teatro e me imagino em cena _____
10 – Boas maneiras e bom gosto são importantes para mim ______
11 – Não gosto de pensar em mim como uma pessoa comum ______
12 – Posso ficar preocupada com o sofrimento, a perda e a morte ______
13 – A minha reação nunca é suficiente ______
14 – Absorvo com tanta facilidade os sentimentos de um grupo, que freqüentemente perco a noção de onde terminam meus sentimentos e onde começam os dos outros _______
15 – Me preocupo, mais do que os outros, com o término de um relacionamento ______
16 – Me identifico com a figura de um “palhaço trágico” sorrindo na escuridão ______
17 – Têm me acusado de ser indiferente ______
18 – Me deparo balançando para frente e para trás, entre altos e baixos; ou estou para cima e para baixo. Não me sinto vivo quando me situo no centro. As coisas mornas não me atraem ______
19 – As pessoas me acusam de ser superdramático, mas na verdade elas não compreendem como me sinto ______
20 – As artes e as expressões artísticas são muito importantes para mim como um meio de canalizar as minhas emoções _______

Grupo 5:
1 – Guardo meus sentimentos para mim mesmo ______
2 – Guardo tudo que tenho e junto artigos que um dia talvez possa usar _____
3 – Não sei muito bem manter conversas superficiais ______
4 – Intelectualmente gosto de sintetizar e de juntar idéias diferentes ______
5 – Me dá um branco quando eu me embaraço ou quando alguém pergunta como estou me sentindo agora ______
6 – Preciso de muito tempo e espaço privado ______
7 – Deixo os outros tomarem a iniciativa _______
8 – Prefiro sentar atrás, observar as pessoas e não me envolver ______
9 – Tenho tendência para ser eremita ______
10 – Pareço ser mais silente do que os outros. As pessoas sempre me perguntam no que estou pensando ______
11 – Tenho dificuldade de conseguir ou pedir o que necessito ______
12 – Quando aparece uma publicação nova, gosto de examina-la primeiro para depois discuti-la com os outros ______
13 – Sinto dificuldade em me afirmar ______
14 – Tento resolver os meus problemas pensando _______
15 – Gosto de pôr as coisas em perspectiva, dar um passo atrás e recolher tudo. Se algo me escapa, me culpo por ser tão simplista e ingênuo _______
16 – Sou mesquinho com o meu tempo, meu dinheiro e comigo mesmo ______
17 – Odeio quando fico sem dinheiro _______
18 – Quando fico aborrecido, considero os outros e a mim mesmo como tolos, idiotas, burros, etc ______
19 – Tenho o tom de voz baixo e as pessoas sempre me pedem para falar mais alto. Isso me irrita _______
20 – Sou mais um tomador do que um doador ______

Grupo 6:
1 – Sou basicamente uma pessoa de intermediação _______
2 – Lealdade ao grupo é muito importante para mim _______
3 – Acho difícil contrariar o que diz a autoridade ________
4 – Antes de tomar uma decisão, preciso de informações adicionais, para certificar-me de que estou preparado ______
5 – Levo muito tempo para me decidir porque preciso explorar inteiramente as opções ____
6 – Às vezes duvido que eu tenha coragem bastante para fazer o que precisa ser feito _____
7 – Freqüentemente sou atacado pela dúvida ______
8 – Gosto de estar inteiramente certo antes de agir ______
9 – Sem leis estritas é difícil dizer o que as pessoas podem fazer ______
10 – Minha tendência é subir a custa do senso do dever e da responsabilidade ______
11 – Gosto de demarcações no trabalho _______
12 – Pressinto o perigo e a ameaça mais do que os outros ______
13 – Demarco lados e questiono de que lado as pessoas estão _______
14 – Estou atento e sensível as contradições ______
15 – Prefiro ter as coisas esquematizadas do que em aberto __x___
16 – Freqüentemente avalio se as pessoas são ou não são uma ameaça para mim ______
17 – Prudência é uma virtude muito importante para mim _______
18 – Pareço estar constantemente lutando ou desafiando meus medos ______
19 – Pareço estar sempre defendendo a mim e a minha posição mais do que as outras pessoas ______
20 – Freqüentemente me fantasio no papel de algum herói ou me coloco em algum posto elevado _______

Grupo 7:
1 – Tenho menos suspeita das pessoas e dos seus motivos do que as outras pessoas têm ______
2 – Existem poucas coisas na vida que não posso desfrutar ______
3 – As coisas saem sempre para melhor ______
4 – Gostaria que as pessoas fossem menos preocupadas com as coisas ______
5 – Gosto que as pessoas me vejam como um ser feliz _____
6 – Geralmente encaro as coisas mais pelo lado alegre do que pelo lado negativo ____
7 – Gosto de quase todo mundo que encontro _____
8 – Gosto de me considerar uma pessoa infantil e brincalhona _______
9 – Gosto de contar histórias e piadas ______
10 – As pessoas dizem que sou a alegria da festa ______
11 – Levo em consideração as ramificações cósmicas dos acontecimentos e a importância universal de tudo o que acontece ______
12 – Minha teoria é: se alguma coisa é boa, mais é melhor ______
13 – Acho que não é bom ficar triste por muito tempo ______
14 – Gosto de fazer com que as pessoas fiquem legais ______
15 – Gosto de saborear a vida ____
16 – Sou muito entusiasta acerca do futuro ______
17 – Gosto de alegrar as pessoas e levantar-lhes o moral ______
18 – Na maioria das vezes evito entrar em situações pesadas ______
19 – Gosto mais de pular de uma coisa para outra do que entrar numa em profundidade ___
20 – Lembro-me da minha infância feliz ______

Grupo 8:
1 – Sou bom em enfrentar e lutar pelo que quero ______
2 – Descubro facilmente o ponto fraco do outro e o uso se for provocado _______
3 – Não tenho dificuldade de expressar minha insatisfação pelas coisas _____
4 – Não temo em me confrontar com outras pessoas e na verdade eu as enfrento ______
5 – Gosto de desfrutar do poder _____
6 – Sei descobrir onde está o poder de um grupo _____
7 – Sou uma pessoa agressiva e determinada _______
8 – Sei como fazer as coisas _____
9 – Tenho problemas em aceitar e expressar meu lado gentil, terno e dócil ______
10 – Me entedio facilmente e gosto de me manter ativo ______
11 – A justiça e a injustiça são problemas chaves para mim ______
12 – Protejo as pessoas que estão sob a minha responsabilidade e jurisdição ______
13 – Tenho os pés no chão ______
14 – Não sou afeito à introspecção e à auto-análise _______
15 – Me considero um não-conformista _______
16 – Não gosto de ser acuado ______
17 – Não gosto que me mandem me adaptar as situações _______
18 – Me considero um bom trabalhador _______
19 – Não consigo deixar as coisas como estão ______
20 – Acho que as outras pessoas criam seus próprios problemas _______

Grupo 9:
1 – A maior parte das pessoas se envolvem com as coisas ______
2 – Muitas coisas na vida não valem o aborrecimento _______
3 – Estou sempre em paz e calmo ______
4 – Sou uma pessoa extremamente fácil de se lidar _____
5 – Gosto quando não tenho nada para fazer ______
6 – Não me recordo de ter problemas para dormir ______
7 – Embora haja alguma diferença, creio que a maioria das pessoas são muito parecidas ___
8 – Geralmente, não me entusiasmo demais com as coisas _______
9 – Não há nada tão urgente que não possa esperar até amanhã _______
10 – Necessito de estímulos externo para manter-me vivo ______
11 – Não gosto de gastar minha energia à toa. Busco coisas onde posso resguardar minha energia ______
12 – Em geral não me preocupo com nada ______
13 – Posso ser um árbitro desapaixonado porque um lado é tão quanto o outro ______
14 – Não gosto de me sentir inseguro _______
15 – Geralmente, sigo a linha do mínimo esforço ______
16 – M orgulho em ser uma pessoa estável _______
17 – Minimizo as coisas para sossegar as outras pessoas _____
18 – Não considero que eu tenha aquela importância _______
19 – Não consigo ouvir e prestar atenção _______
20 – Concordo com a declaração: Por que ficar de pé, se posso sentar e por que não sentar, se posso deitar _______.

O tratamento e a Consulta Floral





Os Florais de Bach são de ação benigna, não provocam dependência e podem ser usados por pessoas de todas as idades com absoluta segurança.

O maior objetivo do uso da terapia com os Florais de Bach é restabelecer e manter o equilíbrio das emoções do usuário, ajudando-o a buscar dentro de si o seu verdadeiro mundo, ou seja, seu autoconhecimento, e desta maneira ensinando-o a lidar de forma mais estabilizada com as imperfeições do mundo materialista que geralmente sufoca e agride o ser humano.

A terapia com Florais de Bach tem por meta atuar sempre na porção emocional / psíquica do ser humano, aliviando-o das desarmonias causadoras de estresse, pânico, depressões, sentimentos de solidão, tristeza, indecisões, ciúmes, ódio e tantos outros causadores dos males físicos que nos acometem.

Também podemos administrar Florais de Bach para os animais, plantas, no ambiente de trabalho, na nossa residência ou onde evidenciarmos a necessidade.

Cumpre esclarecer que Edward Bach, médico sanitarista inglês, realizou milhares de consultas por cartas, bem como, que hoje em dia, através do computador (email) milhares de pessoas ao redor do mundo realizam consultas florais todos os meses.

As essências florais fazem parte de um grupo mais amplo chamado essências vibracionais.

Os florais de Bach foram os primeiros a serem descobertos. Outros pesquisadores vieram, após Eduard Bach, e pesquisaram a flora de seus respectivos países.

Normalmente, dentro de cada frasco de floral, existe 30% de Brandy (conhaque de uva). A função do álcool contida nesta bebida alcoólica é não permitir o desenvolvimento de microorganismos prejudiciais à saúde.

Pode-se diminuir a quantidade de brandy, mas o tempo de validade também diminuirá.

Quando prescreve-se para bebês e pessoas que tem sensibilidade ao álcool, como por exemplo, pessoas com gastrite ou úlcera, diminui-se a quantidade ou até retira-se completamente o álcool.

Nesse caso, o frasco sem álcool deve ser guardado na geladeira. Para os alcoólatras ou para aqueles que não querem tomar o álcool pode-se substituí-lo por vinagre de maçã , mas, este é pouco utilizado principalmente pelo gosto ruim.

É importante você ter em mente que a quantidade de álcool ingerida diariamente quando fazemos a terapia floral é diminuta. Se você tomar quatro gotas, quatro vezes ao dia e seu frasco de preparado tiver 30% de brandy você tomar aproximadamente duas gotas de álcool no final do dia.

É importante você procurar saber qual é o preparo e a formação da pessoa com quem você está se tratando. Como o diagnóstico da terapia floral é baseado principalmente em crenças, idéias e sentimentos uma boa indicação seria se o seu terapeuta floral fosse também psicólogo.

Mas isto não é nenhuma garantia, além do que existem ótimos terapeutas florais que são formados em outras áreas.

Agende sua sessão, o primeiro passo é enviar um email relatando o desejo de realizar a consulta. Você receberá um email contendo todas as informações necessárias para realizar o tratamento com as essências florais.


Contato: rosalirj@yahoo.com.br
@rosaliaguiar.consultas.treinamentos

O Uso dos Florais de Bach

O Uso dos Florais de Bach:

Os florais podem ser usados concomitante a outros tratamentos e não provocam efeitos colaterais. Figuram entre os sistemas médicos alternativos, reconhecidos e recomendados pela OMS.

As regras básicas para a sua prescrição são:

1. Verificar as causas dos sintomas relatados, pois os florais removem os bloqueios emocionais e mentais em sua raiz;

2. Limitar o número de essenciais florais, numa mesma composição, ao mínimo possível. O ideal é não passar de seis, no mesmo frasco. Quanto menos de cada vez, melhor;

3. Deve-se hierarquizar as emoções em desequilíbrio, ou seja, selecionar as principais desarmonias que dominam o quadro, para se encontrar o remédio adequado;

4. Os estados emocionais e mentais em desequilíbrio devem ser conscientes ou perceptíveis à observação de quem prescreve;

5. O remédio atua da superfície para a profundidade. Equilibrada uma situação, poderá emergir um novo aspecto desarmonioso que requererá outra fórmula flora.

As Verdadeiras Doenças!!

Hoje vou falar sobre as VERDADEIRAS DOENÇAS.

As verdadeiras causas das doenças estão intimamente relacionadas com os defeitos da nossa personalidade, defeitos esses, que na maioria das vezes, não conseguimos enxergá-los.

Ter consciência desses “defeitos” é o primeiro passo para a unidade e conseqüentemente a liberdade de simplesmente SER.


Os 7 defeitos origem das doenças são:

1. Orgulho (Ocasionado pela falta de reconhecimento);
2. Crueldade (é a ação contra a unidade);
3. Ódio (diferente de amor);
4. Amor Próprio (egoísmo, erro contra a unidade);
5. Ignorância (é a negação de ver a verdade, o fracasso de aprendizado);
6. Instabilidade (negação do governo do Ser Superior);
7. Cobiça (gula, desejo, ânsia do poder).

O ORGULHO faz o indivíduo dimensionar de forma errada.
Causa rigidez no corpo e na mente e doenças como: paralisia, reumatismo, artrite, rigidez moral ...
A pessoa com ORGULHO precisa aprender a humildade de se entregar, de confiar numa força superior que está dentro dela mesma.
O amor dissolve todas as defesas (muro, frieza, rigidez) que o ORGULHO constrói.

A CRUELDADE dá como sintoma todos os quadros de dores (psíquica, física, cultural).
A dor se cura com a compaixão.
O individuo com CRUELDADE precisa aprender que é parte de um todo, precisa ver o lado bom da vida.

O ÓDIO causa histeria, reações incontroláveis, câncer, problemas de memória.
A pessoa com ÓDIO precisa aprender o amor e a compreensão. Precisa aprender a não resistir. Deixar fluir, desbloquear a energia negativa.

O AMOR PRÓPRIO (EGOÍSMO) causa o isolamento, doenças da introspecção, neuroses, perturbações psíquicas, auto-intoxicações.
A pessoa com EGOÍSMO precisa aprender a cuidar e proteger os outros.

A IGNORÂNCIA é a negação da verdade. Causa problemas de aprendizagem, visão, audição, fala e perturbações de memória.
A pessoa precisa ser encorajada a encarar as experiências, precisa saber ouvir, falar e ver a verdade.

A INSTABILIDADE causa indecisão, fraqueza de propósito, irritabilidade, desassossego, problemas de coordenação motora e equilíbrio.
A pessoa instável deve trabalhar a autodeterminação e a autoconfiança, ou seja, determinação com firmeza.

A COBIÇA causa dependências físicas, compulsão, vícios, gulas. Torna a pessoa escrava de seus próprios desejos. Trás sofrimentos terríveis.
A pessoa deve treinar a ajuda e a comunhão com os outros.

O Sistema Floral só faz sentido se estiver atendendo os tipos de manifestações, ou seja, os 7 defeitos origem de doenças.

“É A MEDICINA ESPIRITUAL”

Boa semana e,
Até amanhã!!

Rosali Aguiar

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A CRISE NO CASAMENTO E AS REAÇÕES DOS FILHOS DIANTE DO FIM DO CASAMENTO/RELACIONAMENTO DOS PAIS



A CRISE NO CASAMENTO E AS REAÇÕES DOS FILHOS DIANTE DO FIM DO CASAMENTO/RELACIONAMENTO DOS PAIS
Você já parou para refletir sobre a experiência de sua separação sob a perspectiva do seu filho?
Uma pergunta muito importante para o início dessa reflexão:
Você visualiza alguma mudança que seu filho já enfrenta ou enfrentará diante da sua separação?
Perda ou redução do contato com a mãe ou com o pai que saiu de casa, mudança de casa, de escola, queda no padrão de vida, o novo casamento de um dos pais, ou dos dois pais, e o ajustamento aos novos membros da família são algumas das mudanças que os filhos costumam experimentar diante da separação dos pais.
As mudanças causadas na vida dos filhos em razão da separação dos pais, ainda que consensual, podem gerar desconforto, especialmente porque eles precisam de rotina e de segurança para se sentirem bem e se desenvolverem emocionalmente saudáveis.
Os filhos podem apresentar reações típicas ao fim da convivência dos pais dependendo de sua idade.
Crianças muito jovens não podem verbalizar seus sentimentos, mas elas podem sentir e ser afetadas pelas mudanças na família, sofrendo forte estresse psicológico.
DO NASCIMENTO AOS 2 ANOS
As 3 (três) causas centrais do estresse psicológico na criança de até 2 (dois) anos são:
• rotinas diárias imprevisíveis;
• hostilidade entre os pais;
• estresse emocional do pai ou da mãe (especialmente o pai ou a mãe responsável pelo cuidado diário da criança).
O conflito parental contínuo é irritante para o seu filho pequeno, que
não consegue entendê-lo e pode considerá-lo como rejeição pessoal.
Retrocesso ou indiferença, se não estiver relacionado a alguma causa
física (ex: doença), é um sinal provável de que a criança está estressada,
uma forma básica e primitiva de desligar as coisas que são dolorosas.
Regressão – a perda de uma habilidade desenvolvida – pode indicar que
uma criança jovem está tendo dificuldade de assimilar os fatos em sua
vida.
Seguem algumas das habilidades que as crianças pequenas, de até 2(dois) anos, estão trabalhando, com exemplos de regressão sob estresse:
COMIDA
• recusar comidas que antes ela gostava;
• voltar a usar a mamadeira ou querer mamar no peito após já ter desmamado.
CONTROLE EMOCIONAL
• chorar mais intensamente que o normal sobre algo pequeno ou sem motivo aparente;
• ficar frustrada com mais facilidade. Por exemplo, gritar quando a torre de blocos que acabou de construir cai.
INDEPENDÊNCIA
• chorar compulsivamente quando um dos pais deixa o local onde ela se
encontra;
• ficar ansiosa e tímida com a cuidadora, em vez de confortável e segura.
LINGUAGEM
• começar a chorar ou apontar em vez de tentar dizer o nome do objeto;
• trocar as palavras pela linguagem de bebê já ultrapassada, como “bo” em vez de “bola”.
SONO
• recusar-se a dormir;
• dormir mais tarde ou ter pesadelos.
USO DO BANHEIRO
• fazer xixi ou cocô na calça em vez de usar o banheiro.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR
• estabeleça rotinas diárias constantes que incluam uma programação diária previsível;
• esforce-se para diminuir a hostilidade entre você e o pai ou a mãe de seu filho, especialmente na presença da criança;
• cuide de sua própria saúde física e emocional para que você possa prover o máximo de estabilidade e suporte possível, especialmente se você for o responsável pelos cuidados diários de seu filho. Procure ajuda, se necessário, para trabalhar a raiva, a depressão e outras emoções dolorosas.
DOS 3 (TRÊS) AOS 5 (CINCO) ANOS
As crianças nessa faixa etária podem apresentar:
• medo de serem rejeitadas ou abandonadas: elas podem temer que se a mãe e o pai pararam de se amar, eles também podem parar de amar os filhos. Elas podem acordar no meio da noite chorando e implorando para ir para a cama do pai ou da mãe;
• confusão ou ideia errônea sobre o divórcio dos pais: elas podem sentir-se culpadas pelo divórcio, achando, por exemplo, que se não tivessem feito muita bagunça, os pais não teriam se divorciado. Elas podem se esforçar em ser “boas”, achando que os pais se divorciaram porque elas foram “más”, e que se elas ficarem “boas” os pais vão ficar juntos novamente. A crença de que elas causaram o divórcio dos pais pode demorar um pouco para passar. É muito importante que você diga para o seu filho, várias vezes, que o divórcio não foi culpa dele;
• regressão para etapas anteriores no seu processo de desenvolvimento: é uma resposta comum para a ansiedade ou tristeza. As crianças podem voltar a usar cobertorzinhos de segurança ou brinquedos de bebês e podem eventualmente fazer xixi nas calças, mesmo já tendo abandonado as fraldas há algum tempo;
• aumento do comportamento agressivo nas brincadeiras e nos relacionamentos, em casa e na escola, especialmente se elas testemunham o conflito e a agressão dos pais;
• necessidade de serem tranquilizadas: as crianças podem chorar, lamentar, procurar contato físico, alimentos, ou proteção em todos, incluindo estranhos, para se sentirem tranquilizadas;
• medos e fantasias perturbadoras: crianças nessa idade não conseguem entender bem os acontecimentos confusos nas suas vidas e acabam fantasiando sobre eles. Elas podem fantasiar estar com fome, o que está associado ao medo de serem abandonadas. Elas podem sentir que serão substituídas e se preocupam que a mãe ou o pai já envolvido em novo relacionamento possa amar a nova pessoa mais do que elas. Elas podem ter medo de ir para a cama e se recusar a ficar sós por poucos minutos.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR
• ajude o seu filho dando-lhe estrutura e criando um ambiente estável e
saudável. Respeite os medos de seu filho. Não o ridicularize. Reafirme para seu filho que ele é amado, será sempre cuidado pelos pais e não foi o responsável pelo divórcio;
• para ajudar o seu filho a recuperar a autoconfiança, dê-lhe suporte e apoio e não castigos e punições;
• explique claramente para seu filho quem irá tomar conta dele e quando você voltará a vê-lo após o trabalho ou alguma saída. Crianças nessa faixa etária podem precisar de ajuda extra e reafirmações sobre o divórcio;
• dê uma atenção especial ao seu filho. Ele se sentirá mais seguro;
• estabeleça, com a ajuda de seu/sua ex, regras claras e rotinas consistentes para seu filho nas duas casas. O seu filho pode ficar confuso se as regras e as rotinas forem muito diferentes na casa do pai e na casa da mãe.
DOS 6 (SEIS) AOS 8 (OITO) ANOS
As crianças nesta faixa etária podem apresentar:
• muita tristeza e sofrimento. Chorar é comum. A criança pode ter consciência de sua tristeza e achar difícil obter alívio;
• saudades do pai ou da mãe que deixou a casa. Muitas crianças se sentem abandonadas e rejeitadas pelo pai ou pela mãe que saiu de casa e esse sentimento pode ser muito forte;
• raiva da mãe ou do pai que continuar morando com elas, por terem a percepção de que ela ou ele foi responsável pela saída do outro genitor de casa;
• fantasias de que os pais voltarão a viver juntos. Algumas crianças ainda
acreditam nessa fantasia mesmo após um dos pais se casar novamente;
• dilemas de lealdade. Quando há pressão dos pais para que as crianças tomem partido entre eles, elas são geralmente incapazes de fazer isso. Elas continuam tentando ser leais para ambos os pais, frequentemente em segredo, e geralmente mediante muito sofrimento;
• sintomas físicos, como problemas para dormir ou queixas de dores de estômago ou dores de cabeça.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR
• uma das coisas mais importantes que você pode fazer pelas crianças nesta faixa etária é encorajá-las a terem bom relacionamento com o pai ou a mãe, se isso for seguro, e não forçá-las a tomar partido. Mantenha as crianças fora dos conflitos relativos à guarda, às visitas, aos alimentos, à partilha de bens etc.;
• crianças de todas as idades, mas, especialmente, desta faixa etária, precisam ser protegidas da raiva e da decepção dos pais. As crianças não devem ser pressionadas a tomar partido. Evite criticar o/a ex na frente de seu filho. O que ele mais precisa nesse momento é a confirmação por parte do pai e da mãe de que eles ainda o amam e continuarão presentes. Ele deve saber que mesmo que um dos pais tenha saído de casa, eles ainda poderão estar juntos;
• crianças nesta idade não se dão bem com ausência prolongada de um dos pais e, por isso, precisam ter acesso aos pais frequentemente, se for seguro, claro. Os pais também devem dar às crianças respostas concretas às dúvidas delas sobre o divórcio e sobre quem tomará conta delas.
DOS NOVE AOS DOZE ANOS
As crianças nesta faixa etária podem apresentar:
• indiferença ao divórcio: é uma forma de lidar com os seus fortes sentimentos;
• raiva consciente e intensa: serve para aliviar momentaneamente sentimentos fortes como tristeza e desespero;
• abalo no senso de identidade: já que elas dependem de ambos os pais para terem um senso de identidade, podem se sentir diferentes das outras crianças cujos pais estão juntos;
• sintomas físicos como dores de cabeça, de estômago, câimbras nas pernas ou ataques de asma intensos;
• tomar partido e colocar-se ao lado de um dos pais pode ser um problema real para as crianças nesta faixa etária, que são particularmente vulneráveis e podem ser contaminadas pela raiva de um genitor contra o outro. Forçar as crianças a tomar partido ou a rejeitar o pai ou a mãe pode sobrecarregá-las emocionalmente e lhes trazer muitos prejuízos;
• maior envolvimento com os amigos, a escola, os esportes ou outras atividades. Este é geralmente um bom sinal e deve ser encorajado.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR
• permita que seu filho se envolva com atividades escolares e esportivas;
• não transfira os cuidados com os irmãos menores, os afazeres domésticos ou as responsabilidades quer eram de seu/sua ex para seu filho;
• permita que seu filho tenha um relacionamento com o pai ou a mãe, se isso for seguro, e não o pressione a tomar partido. Lembre-se: o direito de amar o pai e a mãe é o maior presente que você pode dar ao seu filho, independentemente da idade dele;
• estabeleça regras e expectativas consistentes entre as duas casas, se isso for seguro e possível. Será mais fácil manter essas regras na adolescência se elas forem estabelecidas agora;
• evite ou reduza os conflitos na presença de seu filho. Preserve seu filho da raiva que você possa ter contra o pai ou a mãe dele;
• reduza o impacto dos conflitos ao seu filho mostrando-lhe que ele pode amar ambos os pais. Você pode fazer isso encorajando seu filho a se comunicar constantemente com o pai ou a mãe e ajudando-o a dar presentes ou cartões ao pai ou à mãe em ocasiões especiais, como aniversários, feriados e Dia dos Pais e Dia das Mães.
• Diga ao seu filho que o pai ou a mãe dele o ama e também tem qualidades. E certamente você já viu qualidades no seu/sua ex, tanto que se casou com ele/ela. Não deixe a sua raiva e a sua decepção com o fim do casamento obscurecerem as qualidades de seu/sua ex, que ainda existem. Elogie seu/sua ex para seu filho. Isso o deixará orgulhoso do pai e da mãe.
DE TREZE A DEZOITO ANOS
Os adolescentes podem apresentar:
• Depressão.
• Ansiedade diante da incerteza do futuro. Como o divórcio dos pais ocorreu em uma idade em que os adolescentes preocupam-se em serem amados e aceitos, eles podem sentir-se ansiosos com a incerteza sobre o futuro, achando que estão condenados a relacionamentos conflituosos.
• Comportamento sexual ativo. Às vezes, os adolescentes podem se tornar ativos sexualmente, principalmente se eles vêm que os pais encontraram novos parceiros sexuais. Isso pode ocorrer se os pais estabeleceram poucos limites ou deram pouca atenção para o comportamento dos filhos. Se os adolescentes sentem que as regras morais que eles aprenderam foram deixadas de lado, eles
podem apresentar um comportamento sexual mais ativo.
• Lamento, profundo senso de perda, sentimentos de vazio e fatiga. Os
adolescentes podem sentir a perda de duas formas: como uma perda da família que não vai mais estar disponível para eles porque um dos pais deixou a casa, e uma perda da família porque eles estão crescendo.
• Raiva. Alguma raiva é relacionada com a própria idade e alguma serve para cobrir sentimentos de vulnerabilidade e fraqueza. Os adolescentes geralmente têm raiva de seus pais por serem egoístas e não terem consideração por escolherem se divorciar nesta fase da vida deles.
• Mudança da percepção sobre os pais. Os adolescentes podem perceber um genitor como vulnerável e dependente, e o outro como forte e invulnerável. Os adolescentes podem acrescentar julgamentos morais a essas percepções, acreditando, por exemplo, que a vulnerabilidade é má. Os adolescentes que perceberam uma falha ou uma fraqueza em um dos genitores podem exagerar aquela falha ou fraqueza e ver o outro genitor como maltratado ou martirizado.
• Dilemas de lealdade. Quando os pais exigem que seus filhos escolham lados, os filhos podem se sentir culpados, desesperados e deprimidos.
• Maior maturidade e crescimento moral. Muitos adolescentes tentam aprender pelos erros dos pais como serem pessoas melhores e adultos mais maduros e procuram padrões para os seus próprios comportamentos.
• Preocupações com o dinheiro. Adolescentes podem ficar ansiosos sobre se haverá dinheiro suficiente para as suas necessidades futuras, como despesas com a educação.
• Mudança de papeis na família. Alguns adolescentes assumem responsabilidades em casa, ajudando nas tarefas domésticas e cuidando dos irmãos menores. É importante, entretanto, que o adolescente tenha tempo e permissão para viver a sua própria vida além das responsabilidades familiares.
• Distanciamento dos pais. Como parte do processo de crescimento, é natural que os adolescentes comecem a se afastar de seus familiares e se preparem para a independência, tornando-se muito ativos e permanecendo longe de casa. Entretanto, para alguns adolescentes o afastamento pode ser uma forma de escapar da crise e das brigas dos pais para se preservar de sentimentos devastadores.
• Aproximação dos amigos. Os amigos são considerados como “refúgios” por darem um sentido de estabilidade aos adolescentes.
• Comportamentos de risco e delinquência. Alguns adolescentes podem se tornar rebeldes e apresentar comportamentos tidos como antissociais.
COMO VOCÊ PODE AJUDAR
• Mantenha uma programação flexível, se possível, para conciliar os interesses de seu filho adolescente e o convívio com o pai e a mãe. O contato frequente com ambas as casas pode ser difícil se o adolescente tiver outros interesses. Mas é importante que tanto o pai como a mãe estejam envolvidos na vida dele.
Por isso, uma programação flexível pode ser proveitosa para todos.
• Monitore as atividades e o comportamento de seu filho adolescente. Estabeleça limites. Nesta fase difícil de suas vidas, os pais podem acabar afrouxando os limites de que os adolescentes necessitam. Isso torna o adolescente ansioso e com mais facilidade para adotar um comportamento inadequado. Portanto, os pais devem se unir para monitorar as atividades do filho adolescente.
• Proteja seu filho da exposição à sua sexualidade. Quando os pais começam novos namoros muito rapidamente e contam os detalhes para os filhos adolescentes, estes ficam geralmente confusos.
• Preserve seu filho de seus conflitos com o pai ou a mãe dele. Os filhos desta idade podem parecer maduros o suficiente para se envolverem na briga dos pais. No entanto, eles são extremamente vulneráveis e tendem a culpar e
rejeitar o pai ou a mãe que eles costumavam amar. Embora isso possa parecer
gratificante para o pai ou para a mãe cujo lado o adolescente tenha tomado, isso não é bom para o desenvolvimento saudável dele.
• Essas são, portanto, as reações comuns apresentadas pelos filhos ao divórcio dos pais. Alguns filhos podem apresentar todas essas reações, somente algumas delas ou nenhuma delas.
Oficina de Pais e Mães - CNJ