REPETIR DIFICULDADES VIVIDAS POR FAMILIARES CAUSA BOA CONSCIÊNCIA
Na verdade, essa repetição é uma forma inconsciente de amor e lealdade ao sistema familiar.
A pessoa sente, sem saber bem o porquê, uma obrigação de ter que carregar o que os outros membros sofreram, ou, ficaram devendo ao grupo familiar.
Ela passa a ficar vinculada às histórias alheias, desenvolvendo sentimentos de raiva, reivindicação, indignação, menos valia, inferioridade ou incapacidade, que no fundo não pertencem a ela, são adotados de outros membros, por amor cego ao sistema familiar.
E é justamente essa lealdade sistêmica, em forma de consciência moral, que limita a entrega à vida.
A cura e a reconciliação estão além dessa consciência moral.
Portanto, a solução será escolher, de forma consciente, fazer diferente – e isso muitas vezes implica em carregar e suportar uma culpa.
IDENTIFIQUE ONDE SEU DESTINO FAMILIAR COMEÇOU
Para poder se libertar desses “emaranhamentos sistêmicos” e de fato conseguir fazer diferente, é preciso, antes de mais nada, entrar em sintonia com o próprio destino.
Bert Hellinger, no livro “O Amor do Espírito” (Ed. Atman), diz: “destino significa que nos encontramos inseridos em uma família específica, na qual ocorreram certos acontecimentos que determinam os destinos daqueles que vem depois”.
Sendo assim, precisamos identificar onde esse destino se inicia. Para isso, ajuda muito fazer perguntas aos pais e avós para entender melhor a história das gerações passadas e se há padrões repetitivos na família.
A TERAPIA DA RECONCILIAÇÃO
Uma sessão de Constelação Familiar, além de trazer à luz esses padrões e identificar quando e onde se originaram, ajudará você a se confrontar com esse destino:
Primeiro, concordando com ele, ou seja, alinhando-se às forças que o dirigem e que também dirigem o seu par; e segundo, honrando e respeitando tudo o que passou, sem julgamentos.
Somente esse olhar amoroso pode desfazer emaranhamentos.

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