O Poder do Pensamento Positivo - Blog do grupo: Vocês Podem Fazer Qualquer Trabalho Que Queiram: Mensagem de SaLuSa Canal: Laura Multidimensional Ocean 06.07.2014 Queridos, nós estamos contentes de encontrá-los novamente. Esta...
domingo, 13 de julho de 2014
O Poder do Pensamento Positivo - Blog do grupo: Vocês Podem Fazer Qualquer Trabalho Que Queiram
O Poder do Pensamento Positivo - Blog do grupo: Vocês Podem Fazer Qualquer Trabalho Que Queiram: Mensagem de SaLuSa Canal: Laura Multidimensional Ocean 06.07.2014 Queridos, nós estamos contentes de encontrá-los novamente. Esta...
quinta-feira, 10 de julho de 2014
FOCO: UMA HABILIDADE QUE PODE MUDAR A SUA VIDA!
FOCO: UMA HABILIDADE QUE PODE MUDAR A SUA VIDA!
Todos nós possuímos metas e objetivos a serem alcançados nos mais diversos cenários de nossa existência.
Seja no campo pessoal, profissional, relacional ou espiritual, devemos buscar de forma constante a merecida melhoria em nossa qualidade de vida.
Estamos todos, sem exceção, de forma consciente ou não, caminhando em busca da tão sonhada felicidade, através de diversos caminhos onde fatores como equilíbrio emocional, saúde, disposição, desenvolvimento intelectual, realização na carreira, equilíbrio nas finanças, relacionamento familiar e amoroso, lazer, vida social, bem como o processo de desenvolvimento da espiritualidade, constituem fontes de crescimento, onde quem possui um nível saudável e adequado de autoestima, investe tempo, energia e recursos buscando autoconhecimento/autodesenvolvimento rumo às próprias realizações.
No entanto, como em todo processo de crescimento e desenvolvimento de potenciais, algumas dificuldades surgem e muitos são os que não sabem como obter recursos para colocar seus planos em prática, correndo o risco de verem seus projetos e sonhos irem por “água-abaixo”.
Assim, diante dos empecilhos iniciais que ocorrem na vida e no trabalho, o desânimo costuma ser o aliado número um dos indivíduos “sem foco” que perdem tempo e energia, além de recursos, sem conseguirem estabelecer um caminho eficiente onde possam enxergar uma “luz no fim do túnel”.
Parece simples, mas foco é um mecanismo que merece atenção em todas as áreas de nossa vida.
Atualmente, vivemos em uma sociedade onde o foco não é estimulado e muitos são os prejuízos provocados por essa “anti-cultura” que não combate a procrastinação e seus reflexos maléficos que se estendem por toda a sociedade, como um roteiro de filme catastrófico.
Não estou exagerando! Apenas provoco uma breve reflexão, onde podemos perceber claramente o que a falta de foco promove em nossa vida pessoal, familiar, empresarial, social e política. Logo, não precisamos fazer grandes esforços, basta olharmos em volta.
Muitos estão constantemente conectados à internet e completamente desconectados de seus objetivos de vida.
Empresas perdem mercados e clientes devido à ausência de foco ao planejarem o desempenho corporativo, bem como de seus recursos humanos.
Famílias e casais se desfazem devido à falta de planos e objetivos em comum.
Sem mencionar os demais cenários que igualmente promovem desarmonia social, tais resultados sempre recaem nos campos do desequilíbrio, da depressão, da estagnação e dos fracassos recorrentes, com poucas pessoas dispostas a assumir um comportamento inovador diante dos desafios, com atitudes pensadas, planejadas e concretas que levem a novos resultados, efetivos e constantes, através da prática do compromisso necessário à mudança e à manutenção dos objetivos esperados.
Perceba que: Foco é uma habilidade de conexão a si mesmo, aos próprios potenciais e ideais.
É uma conexão direta aos próprios sonhos, aos valores e virtudes, ao auto-amor e aos inúmeros recursos que possuímos para crescer de forma plena e constante em nossos relacionamentos, através de novos pensamentos, sentimentos e comportamentos, com reflexos extremamente positivos em nossa vida pessoal, profissional e na sociedade como um todo.
FOCO é um PODER que você possui e que precisa ser ACESSADO para transformar a sua Vida!!!
(Angélica Sagredos).
Freedom Desenvolvimento Humano & Empresarial
AS 10 MÃOS DA MENTE.
AS 10 MÃOS DA MENTE.
Por Silvia Schmidt
A mente é muito habilidosa na arte de enganar e, para isso, ela usa suas muitas mãos.
As mãos mais perigosas e mais habilidosas da mente são 10 e cada uma tem um nome:
1ª) OPORTUNISMO: Essa mão nos tira a capacidade de usarmos nossas próprias habilidades e faz com que usemos pessoas e situações para tentarmos chegar onde queremos;
2ª) MEDO: Essa é a que nos prende, sugerindo perigo, fazendo-nos dar um passo para trás quando decidimos ir de encontro à realização dos nossos anseios;
3ª) INVEJA: É a mão que nos empurra para baixo, que nos leva a fazer comparações. Que nos faz perder quando nos comparamos. Ela anula nosso autoapoio;
4ª) HIPOCRISIA: É aquela mão que desenha a crença de que falsas palavras de afeto e falsos sorrisos de compreensão nos darão a garantia de que sempre poderemos usar e abusar daqueles que acreditam em nós;
5ª) PREOCUPAÇÃO: Essa tem extrema habilidade para pintar de negro tudo aquilo que esperamos do futuro. Ela nos rouba a Fé e a Segurança de que tudo está sendo cuidadosamente amparado pelas mãos de Deus;
6ª) ORGULHO: É a mão que mais põe dor em nossa vida. É ela que retém a mágoa, o ódio e o desejo de vingança. Ela nos engana a ponto de nos levar à ilusão de que somos intocáveis, os únicos que nunca podem ser machucados, que sempre devem ser poupados. Ela suga nossa humildade;
7ª) CHANTAGEM: Essa mão nos toca e nos faz apontar pessoas que nos amam como sendo responsáveis por intranquilidades que, na maioria das vezes, são causadas por nós mesmos;
8ª) COBRANÇA: É ela, essa mão, que nos furta o prazer de fazer o Bem sem olhar a quem. É ela que nos impele a lançar em rostos os bons atos que já praticamos, exigindo que nos sejam dados em troca, no mínimo, o reconhecimento e a gratidão;
9ª) VITIMISMO: É aquela que pode nos levar para o fundo do poço. Ela nos induz a acreditar que tudo e todos são culpados pelas nossas dificuldades. É ela que nos põe cegos para o nosso livre arbítrio, para a consciência da lei de ação e reação. É a mão dos chatos, já que a certa altura ninguém suporta mais ser um passivo ouvinte de lamúrias e de queixas doentias;
10ª) CULPA: Como um sinistro “feiticeiro”, essa mão descontrola nosso mundo interior, fazendo com que acreditemos que, quando respeitamos nossas próprias vontades, entramos no jogo do crime e castigo. Nós nos punimos e nos maltratamos quando acreditamos nela. É ela que sopra em nossos ouvidos a frase: “você é egoísta”. Ela não nos deixa perceber que nos chamam de egoístas aqueles que geralmente desejam nos explorar.
Quando essas mãos entram em ação, temos que amputá-las, usando as mãos de todo Bem que há dentro de nós, e que apesar delas, se esforçam para mostrar sua grandeza.
E quando chegarmos à definitiva conclusão de que essa grandeza está pronta para se manifestar em qualquer momento, as 10 mãos da mente já não terão poder sobre nós.
Afinal, se não dominarmos a nossa mente, ela nos escravizará, e não é isso que desejamos para nossa vida...ou é?
O VERDADEIRO PODER É INTERIOR.
O VERDADEIRO PODER É INTERIOR.
O coaching sem dúvida alguma é um processo que atrai grande interesse de pessoas e empresas, além de proporcionar grandes, profundas e decisivas transformações na vida de quem passa por ele, seja como profissional da área, seja como cliente. É imprescindível que haja profundo alinhamento e reflexão sobre importantes conceitos que são desenvolvidos e trabalhados com intensidade nas sessões de coaching.
Um desses conceitos possui ligação direta com o conceito de poder ao qual estamos habituados no cotidiano, pois para a esmagadora maioria dos indivíduos, o poder é vivenciado através da atitude de exercer algum domínio ou influência sobre os outros.
No entanto, é preciso que a ética e a maturidade do profissional coach sejam vivenciadas constantemente pois o verdadeiro poder possui uma conotação muito mais ampla e abrangente, devendo ser compartilhado com a devida sabedoria.
Um dos aspectos que podem ser trabalhados durante um processo de coaching está ligado à espiritualidade que, quando vivenciada de forma precária ou ausente, por pessoas, empresas ou grupos, acaba provocando grandes desequilíbrios na sociedade como um todo.
É importante aqui lembrar que espiritualidade não tem nada a ver com religião! A espiritualidade está presente em todos nós e em todos os seres e reinos da natureza. Portanto, significa uma consciência ampliada que provém de um poder ligado à totalidade.
Assim, o verdadeiro poder é aquele exercido sobre nós mesmos, através da constante ampliação de nossa consciência. Um exercício que nos liga à plenitude e nos fortalece para que possamos expressar nosso poder interior através do domínio das emoções negativas, analisando corajosamente as frequentes artimanhas de nosso ego, para que possamos construir internamente os alicerces do autoconhecimento, do controle e da total segurança sobre nossa existência.
Quem experimenta o verdadeiro poder interior, não teme a rejeição e muito menos o julgamento alheio, nem direciona suas atitudes ou ações através do medo, da culpa, da arrogância ou de preconceitos descabidos.
Aliás, nossas escolhas são as mais poderosas expressões do nosso poder interior, que, quanto mais desenvolvido e consciente, permanece alinhado à crescente segurança nas tomadas de decisões, sempre de forma madura e tranquila.
Na imaturidade, ocorre justamente o contrário, pois há o temor de fazer uma escolha por receio de errar ou ainda por incapacidade de abrir mão da própria vaidade, para poder desfrutar de algo maior, dentro de uma rica experiência que pode ser compartilhada com outras pessoas e situações, de forma harmônica.
Aprendi com o coaching que o poder interior é um sábio mestre que comanda as nossas vidas. Ele nos habilita a viver de forma totalmente consciente e responsável, ao invés de caminharmos em estado de adormecimento ou letargia, no qual grande parte dos indivíduos são voluntariamente “arrastados” pelos acontecimentos do cotidiano, como vítimas indefesas do destino. Essas “vítimas” precisam, com urgência, ser “defendidas” de si mesmas!
Embora existam aspectos da vida sobre os quais não temos qualquer controle, grande parte de nossa existência, pode sim, ser traçada por um desejar profundo, que acontece de forma espontânea e natural, sem a menor necessidade de lutas, manipulações ou competições desenfreadas, quando nasce diretamente de nosso verdadeiro poder interior!
(Angélica Sagredos).
O coaching sem dúvida alguma é um processo que atrai grande interesse de pessoas e empresas, além de proporcionar grandes, profundas e decisivas transformações na vida de quem passa por ele, seja como profissional da área, seja como cliente. É imprescindível que haja profundo alinhamento e reflexão sobre importantes conceitos que são desenvolvidos e trabalhados com intensidade nas sessões de coaching.
Um desses conceitos possui ligação direta com o conceito de poder ao qual estamos habituados no cotidiano, pois para a esmagadora maioria dos indivíduos, o poder é vivenciado através da atitude de exercer algum domínio ou influência sobre os outros.
No entanto, é preciso que a ética e a maturidade do profissional coach sejam vivenciadas constantemente pois o verdadeiro poder possui uma conotação muito mais ampla e abrangente, devendo ser compartilhado com a devida sabedoria.
Um dos aspectos que podem ser trabalhados durante um processo de coaching está ligado à espiritualidade que, quando vivenciada de forma precária ou ausente, por pessoas, empresas ou grupos, acaba provocando grandes desequilíbrios na sociedade como um todo.
É importante aqui lembrar que espiritualidade não tem nada a ver com religião! A espiritualidade está presente em todos nós e em todos os seres e reinos da natureza. Portanto, significa uma consciência ampliada que provém de um poder ligado à totalidade.
Assim, o verdadeiro poder é aquele exercido sobre nós mesmos, através da constante ampliação de nossa consciência. Um exercício que nos liga à plenitude e nos fortalece para que possamos expressar nosso poder interior através do domínio das emoções negativas, analisando corajosamente as frequentes artimanhas de nosso ego, para que possamos construir internamente os alicerces do autoconhecimento, do controle e da total segurança sobre nossa existência.
Quem experimenta o verdadeiro poder interior, não teme a rejeição e muito menos o julgamento alheio, nem direciona suas atitudes ou ações através do medo, da culpa, da arrogância ou de preconceitos descabidos.
Aliás, nossas escolhas são as mais poderosas expressões do nosso poder interior, que, quanto mais desenvolvido e consciente, permanece alinhado à crescente segurança nas tomadas de decisões, sempre de forma madura e tranquila.
Na imaturidade, ocorre justamente o contrário, pois há o temor de fazer uma escolha por receio de errar ou ainda por incapacidade de abrir mão da própria vaidade, para poder desfrutar de algo maior, dentro de uma rica experiência que pode ser compartilhada com outras pessoas e situações, de forma harmônica.
Aprendi com o coaching que o poder interior é um sábio mestre que comanda as nossas vidas. Ele nos habilita a viver de forma totalmente consciente e responsável, ao invés de caminharmos em estado de adormecimento ou letargia, no qual grande parte dos indivíduos são voluntariamente “arrastados” pelos acontecimentos do cotidiano, como vítimas indefesas do destino. Essas “vítimas” precisam, com urgência, ser “defendidas” de si mesmas!
Embora existam aspectos da vida sobre os quais não temos qualquer controle, grande parte de nossa existência, pode sim, ser traçada por um desejar profundo, que acontece de forma espontânea e natural, sem a menor necessidade de lutas, manipulações ou competições desenfreadas, quando nasce diretamente de nosso verdadeiro poder interior!
(Angélica Sagredos).
terça-feira, 8 de julho de 2014
A seiva do amor
Mesmo no coração da atual crise social não podemos esquecer da ternura que subjaz a todos os empreendimentos que envolvem valores e afetam o coração humano.
São misteriosos os caminhos que vão do coração de um homem na direção do coração da mulher e do coração da mulher na direção do coração homem. Igualmente misteriosas são as travessias do coração de dois homens e respectivamente de duas mulheres que se encontram e declaram seus mútuos afetos. Desse ir e vir nasce o enamoramento, o amor e por fim o casamento ou a união estável. Como temos a ver com liberdades, os parceiros se encontram inevitavelmente expostos a eventos imponderáveis.
A própria existência nunca é fixada uma vez por todas. Vive em permanente dialogação com o meio. Essa troca não deixa ninguém imune. Cada um vive exposto. Fidelidades mútuas são postas à prova. No matrimônio, passada a paixão, inicia a vida cotidiana com sua rotina cinzenta. Ocorrem desencontros na convivência a dois. irrompem paixões vulcânicas pelo fascínio de outra pessoa. Não raro o êxtase é seguido de decepção. Há voltas, perdões, renovação de promessas e reconciliações.
Sempre sobram, no entanto, feridas que, mesmo cicatrizadas, lembram que um dia sangraram.
Sempre sobram, no entanto, feridas que, mesmo cicatrizadas, lembram que um dia sangraram.
O amor é uma chama viva que arde mas que pode bruxulear e lentamente se cobrir de cinzas e até se apagar. Não é que as pessoas se odeiam. Elas ficaram indiferentes umas às outras. É a morte do amor. O verso 11 do Cântico Espiritual do místico São João da Cruz, que são canções de amor entre a alma a Deus, diz com fina observação: “a doença de amor não se cura sem a presença e a figura”.
Não basta o amor platônico, virtual ou à distância. O amor exige presença. Quer a figura concreta que é mais que o pele-a-pele mas o cara-a-cara e o coração sentindo o palpitar do coração do outro.
Não basta o amor platônico, virtual ou à distância. O amor exige presença. Quer a figura concreta que é mais que o pele-a-pele mas o cara-a-cara e o coração sentindo o palpitar do coração do outro.
Bem diz o místico poeta: o amor é uma doença que, nas minhas palavras, só se cura com aquilo que eu chamaria de ternura essencial. A ternura é a seiva do amor. “Se quiseres guardar, fortalecer, dar sustentabilidade ao amor seja terno para com o teu companheiro ou a tua companheira”. Sem o azeite da ternura não se alimenta a chama sagrada do amor. Ela se apaga.
Que é a ternura? De saída, descartemos as concepções psicologizantes e superficiais que identificam a ternura como mera emoção e excitação do sentimento face ao outro. A concentração só no sentimento gera o sentimentalismo. O sentimentalismo é um produto da subjetividade mal integrada. É o sujeito que se dobra sobre si mesmo e celebra as suas sensações que o outro provocou nele. Não sai de si mesmo.
Ao contrário, a ternura irrompe quando a pessoa se descentra de si mesma, sai na direção do outro, sente o outro como outro, participa de sua existência, se deixa tocar pela sua história de vida. O outro marca o sujeito. Esse demora-se no outro não pelas sensações que lhe produz, mas por amor, pelo apreço de sua pessoa e pela valorização de sua vida e luta. “Eu te amo não porque és bela; és bela porque te amo”.
A ternura é o afeto que devotamos às pessoas nelas mesmas. É o cuidado sem obsessão. Ternura não é efeminação e renúncia de rigor. É um afeto que, à sua maneira, nos abre ao conhecimento do outro. O Papa Francisco no Rio falando aos bispos latino-americanos presentes cobrou-lhes “a revolução da ternura” como condição para um encontro pastoral verdadeiro.
Na verdade só conhecemos bem quando nutrimos afeto e nos sentimos envolvidos com a pessoa com quem queremos estabelecer comunhão. A ternura pode e deve conviver com o extremo empenho por uma causa, como foi exemplarmente demonstrado pelo revolucionário absoluto Che Guevara (1928-1968). Dele guardamos a sentença inspiradora: ”hay que endurecer pero sin perder la ternura jamás”. A ternura inclui a criatividade e aauto realização da pessoa junto e através da pessoa amada.
A relação de ternura não envolve angústia porque é livre de busca de vantagens e de dominação. O enternecimento é a força própria do coração, é o desejo profundo de compartir caminhos. A angústia do outro é minha angústia, seu sucesso é meu sucesso e sua salvação ou perdição é minha salvação e minha perdição e, no fundo, não só minha mas de todos.
Blaise Pascal(1623-1662), filósofo e matemático francês do século XVII, introduziu uma distinção importante que nos ajuda a entender a ternura: o esprit de finesse e o esprit de géometrie.
O esprit de finesse é o espírito de finura, de sensibilidade, de cuidado e de ternura. O espírito não só pensa e raciocina. Vai além porque acrescenta ao raciocínio sensibilidade, intuição e capacidade de sentir em profundidade. Do espírito de finura nasce o mundo das excelências, das grandes sonhos, dos valores e dos compromissos para os quais vale dispender energias e tempo.
O esprit de géometrie é o espírito calculatório e obreirista, interessado na eficácia e no poder. Mas onde há concentração de poder aí não há ternura nem amor. Por isso pessoas autoritárias são duras e sem ternura e, às vezes, sem piedade. Mas é o modo-de-ser que imperou na modernidade. Ela colocou num canto, sob muitas suspeitas, tudo o que tem a ver com o afeto e a ternura.
Daí se deriva também o vazio aterrador de nossa cultura “geométrica” com sua pletora de sensações mas sem experiências profundas; com um acúmulo fantástico de saber mas com parca sabedoria, com demasiado vigor da musculação, do sexualismo, dos artefatos de destruição mostrados nos serial killer mas sem ternura e cuidado de uns para com os outros, para com a Terra, para com seus filhos e filhas, para com o futuro comum de todos.
O amor é a vida são frágeis. Sua força invencível vem da ternura com a qual os cercamos e sempre os alimentamos.
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